Entenda as principais regras para as cadeirinhas de bebês

Segurança na direção e condução de passageiros é crucial, em especial no transporte de crianças. Por isso no Brasil a regra do Detran é de cadeirinha para bebês e crianças ser obrigatória no transporte. Para andar de carro com segurança é necessária a regra. Andar de moto com bebês de braço é proibido. Saiba mais!

Idade para usar a cadeirinha de bebê

Bebês de 1 dia a um ano devem andar obrigatoriamente com cadeirinha de bebê. É tão importante quanto pagar o IPVA SP 2018 e pode multar os pais ou condutores responsáveis na direção. 

A condução do passageiro mirim deve ser sempre no banco traseiro com poltrona presa no cinto de segurança. O sinto da cadeira é em formato da letra X para prender todo o corpo do bebê e evitar em um impacto ele se desloque para a frente.

Até os três anos de idade(depende também do tamanho da criança e sua altura) a cadeirinha é de uso obrigatório e o cinto se ajusta ao tamanho da criança. A partir de então ela já é alta e a cadeira é um pouco apertada e deve-se passar para o acento elevatório. 

O acento elevatório é uma pequena poltrona para ajustar o corpo da criança ao cinto de segurança normal. Até os setes anos é de uso obrigatório (ou um pouco mais dependendo do tamanho da criança). Ela eleva o corpo e deixa a criança segura para impactos frontais, mas sempre para ser usado no banco de trás. 

Tipos de cadeirinha de bebê

Existem alguns modelos diferentes no mercado. Nos primeiros dias de vida até um ano o modelo mais conhecido é o bebê conforto. Atende a bebês de até 13 quilos e deve ficar de costas para a poltrona do motorista ou passageiro. 

Já a poltrona reversível fica de frente para o motorista e é um pouco mais larga. Cabem crianças de 0 a 25 quilos com ajustes nas laterais e no cinto. É bacana o investimento pensando no transporte por mais um tempo sem a troca. 

O acento elevatório seria o último estágio para a criança. O pequeno banquinho dura até acabar a obrigação de andar com acento. 

Cadeirinha de bebê evita acidente?

A legislação de trânsito não apenas do Brasil mas de diversos países adotou o sistema da cadeirinha. Mas ela é de fato eficiente? O primeiro ponto a ser observado é: desde que foi tornada de uso obrigatório jamais foi contestada.

Em caso de acidente automobilístico ela não garante 100% de proteção ao bebê ou criança. Contudo, ela evita acidentes. Estudos comprovam que a proteção é em mais de 70% dos casos o bebê será protegido pelo acessório se ele estiver seguindo as normas de segurança e bem firme. O estudo mais recente foi realizado pela ONG Criança Segura em 2016 e ainda comprova a eficiência.

Não usar a cadeirinha na condução de crianças é considerada uma imprudência dos pais e gera multa por infração grave. Em caso de morte é considerado homicídio culposo porque não teve intensão de matar mas por imprudência aconteceu a morte da criança. O mesmo vale para pais ou responsáveis sem usar o acento elevatório. 

FONTE

 

 

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